domingo, 3 de maio de 2009

relações entre doenças crônicas degenerativas e atividade física

segundo pesquisa da Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, afirma que mudanças básicas na dieta e atividades físicas reduzem muito o risco de contrair doenças crônicas como diabetes, câncer e doenças coronárias, em apenas seis semanas. Isso porquê essa mudança nos hábitos alimentares e o início da prática de exercícios provocam grandes reduções dos níveis de gordura, colesterol e pressão arterial.
Estudos epidemiológicos demonstram que cerca de 50% a 90% de indivíduos adultos apresentam quadros de dor na coluna vertebral em especial na região lombar (lombalgia) em algum momento de suas vidas, sendo a principal causa de incapacidade em sujeitos com menos de 45 anos de idade. As lesões degenerativas da coluna vertebral são uma disfunção de relevância socioeconômica, pois apresentam alto índice de incapacidade e morbidade em indivíduos economicamente ativos (ANDRADE et al., 2006).
De acordo com Cecin et al. (2001), Cailliet (2001) e Natour (2004) a prática de exercícios físicos aeróbios, exercícios de alongamento e os de fortalecimento muscular são comprovadamente eficazes como forma terapêutica e de reabilitação física e funcional da coluna vertebral. As disfunções da coluna vertebral são responsáveis por alterações em sua estrutura e função, comumente associadas com quadro de dor predominantemente na região lombar (WAJCHEMBERG et al., 2002).
O envelhecimento populacional é uma realidade no nosso país, assim como em todo o mundo. Com o aumento do número de idosos ocorre um aumento das doenças associadas ao envelhecimento, destacando-se as crônico-degenerativas. A atividade física regular pode contribuir muito para evitar as incapacidades associadas ao envelhecimento. O presente estudo tem como objetivo mostrar as alterações sofridas com o processo do envelhecimento e os benefícios que a atividade física pode trazer para esta população. Trata-se de uma revisão de literatura especializada, realizada no período de maio e junho de 2007, através de consulta em livros e periódicos da Biblioteca da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Jequié, e busca de artigos científicos no banco de dados do Scielo e Bireme, a partir das fontes Medline e Lilacs. O estudo demonstra unanimidade no que refere-se a realização de exercícios físicos de forma orientada e supervisionada por profissionais como uma maneira de melhorar a qualidade de vida do idoso.

referencias :http://br.geocities.com/emacarneiro/atividadefisica_promocaosaude.htm

http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-16732001000400004&lng=pt&nrm=iso

http://www.efdeportes.com/efd125/niveis-de-atividade-fisica-e-indicios-depressivos-em-idosos.htm

http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S1646-107X2008000300006&script=sci_arttext

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